Pastoral
JESUS CRISTO: A MENSAGEM CENTRAL DA BÍBLIA
Escrito por secretaria   
Qua, 27 de Julho de 2016 15:28

Sabemos que a história da redenção é uma história única e progressiva. Sabemos também que o Antigo Testamento, nessa progressão, anuncia os poderosos feitos de Deus na redenção, atos estes que atingirão seu ponto alto, seu clímax no Novo Testamento.

Apesar de a Bíblia falar de uma antiga aliança e de uma nova aliança (o próprio Senhor Jesus Cristo aborda o tema na instituição da Ceia do Senhor, conforme Lucas 22.20), na verdade o que temos é um contraste, uma progressão entre as duas alianças. O que temos é uma e a mesma aliança da graça. Nessa perspectiva, os autores do NT repetem continuadamente as conexões entre o AT e o NT.

As promessas do AT são cumpridas no NT. Os tipos do AT encontram seu cumprimento nos antítipos do NT. Os temas do AT – Reino de Deus, aliança e redenção, por exemplo, apesar de sua progressão e contrastes, permanecem no NT. Mas eu quero é falar de Cristo: a mensagem central da Bíblia, o elo entre o AT e o NT.

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EXCELENTE OBRA
Escrito por secretaria   
Seg, 18 de Julho de 2016 14:00
O texto de 1 Timóteo 3.1-13 trata das qualificações dos presbíteros e dos diáconos e inicia declarando que “quem aspira ao episcopado, excelente obra almeja”. Contudo, sem nos desviarmos do texto, podemos afirmar que sermos cooperadores do Senhor, em qualquer tarefa – quer como presbíteros, quer como diáconos ou no exercício de qualquer outro dom, é realizar uma obra excelente.
Excelente significa melhor do que os melhores.
Estamos às portas dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro - recordes serão superados, medalhas conquistadas: bronze, prata e ouro. E os que conquistarão medalhas de ouro – s.m.j. – serão os “excelentes”, os melhores do que os melhores, os mais nobres. E falando dos diáconos (1 Tm 3.8-13) o apóstolo Paulo diz que aqueles que servem – diaconia é serviço, ser diácono é servir – com excelência “alcançam para si mesmos justa preeminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus” (v.13).
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DIACONIA ABENÇOADA E ABENÇOADORA
Escrito por secretaria   
Seg, 11 de Julho de 2016 11:49
Jesus Cristo é nosso modelo de servo e seu ministério terreno – ministério diaconal por excelência – nos desafia e nos estimula.
O texto de Mateus 9.35-38 revela que Jesus percorria “todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades” (v.35). Em outras palavras, Jesus servia a todos, como ele próprio declarou a respeito de sua missão: “...quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mt 20.27-28).
Servir e, não, servir-se, eis a questão! Jesus ensinava, pregava e curava: serviço integral. E assim Jesus fazia em função de sua visão de ministério, pela proximidade dele das pessoas: “Vendo ele as multidões...” (v.36). De forma semelhante, precisamos ver as pessoas, suas carências, necessidades e anseios para, então, caminhar na direção delas, tal qual fez o samaritano da parábola contada por Jesus: “Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele” (Lc 10.33).
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SACRIFÍCIO DE LOUVOR
Escrito por secretaria   
Seg, 04 de Julho de 2016 11:41

Aprendemos com o Breve Catecismo de Westminster -  um de nossos símbolos de fé - que o fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo, desfrutá-lo para sempre. Ou seja, desfrutar plenamente é glorificar. Ao ordenar que o glorifiquemos, Deus nos convida a desfrutarmos dele, a vivermos nele, dele e para ele (Rm 11.33-36).

Sabemos, ainda que nem sempre percebamos, que o mundo está cercado de louvor: alguns sazonais (Agora é tempo de louvar os vinhos, os queijos, o clima. Daqui a pouco serão as Olimpíadas com seus atletas sendo louvados por seus feitos, suas superações).

No Salmo 50 encontramos uma acusação extremamente grave contra aqueles que apresentam a Deus seus louvores, que entregam suas ofertas e repetem as leis de Deus, mas não lhes obedecem com sinceridade, não fazem sua vontade.

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NOSSA MAIOR ESPERANÇA
Escrito por secretaria   
Seg, 27 de Junho de 2016 12:02
O texto bíblico de Mateus 26.26-30 registra a instituição da ordenança da Ceia do Senhor. Jesus Cristo sabia muito bem o que o aguardava e na noite em que foi traído, antes da crucificação, decidiu conceder um dom à sua igreja, antes de partir.
Diante de tantas doutrinas controversas sobre a Ceia do Senhor, precisamos saber o que a Ceia do Senhor não é.
A Ceia do Senhor não é um sacrifício – nenhuma oferenda é feita, a não ser nossas orações, louvores e ações de graças ou nossas vidas oferecidas em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12.2).
Desde a morte de Jesus não há necessidade de qualquer outra oferta pelo pecado e isso porque, como diz o autor da carta aos hebreus “com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (Hb 10.14).
Portanto, sacerdotes, altares e sacrifícios deixaram de ser necessários, quando o Cordeiro de Deus ofereceu a si mesmo: “nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (Hb 10.10).
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LEMBRANÇAS MARCANTES
Escrito por secretaria   
Ter, 21 de Junho de 2016 12:23
Encontros em família, refeições fesvas familiares são momentos de rememorização, de lembranças, de histórias, de “causos” (geralmente os mesmos...) que fortalecem os laços que unem as pessoas.
São eventos que evidenciam verdades marcantes a respeito de nós, dos nossos, de nossas histórias de vida. Quando parcipamos da Ceia do Senhor – também chamada de Comunhão -, dessa refeição espiritual comunitária, devemos lembrar de algumas verdades singulares, marcantes da história da redenção, história da nossa salvação. O texto de Mateus 26.26-30 nos ajuda quanto a isso.
Em primeiro lugar devemos lembrar que o sacri5cio de Jesus Cristo na cruz do Calvário (Mt 26.26) foi uma prova do amor de Deus para conosco, conforme ensino paulino em Rm 5.8: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.
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LEMBRANÇAS MARCANTES
Escrito por secretaria   
Ter, 21 de Junho de 2016 12:23
Encontros em família, refeições fesvas familiares são momentos de rememorização, de lembranças, de histórias, de “causos” (geralmente os mesmos...) que fortalecem os laços que unem as pessoas.
São eventos que evidenciam verdades marcantes a respeito de nós, dos nossos, de nossas histórias de vida. Quando parcipamos da Ceia do Senhor – também chamada de Comunhão -, dessa refeição espiritual comunitária, devemos lembrar de algumas verdades singulares, marcantes da história da redenção, história da nossa salvação. O texto de Mateus 26.26-30 nos ajuda quanto a isso.
Em primeiro lugar devemos lembrar que o sacri5cio de Jesus Cristo na cruz do Calvário (Mt 26.26) foi uma prova do amor de Deus para conosco, conforme ensino paulino em Rm 5.8: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.
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O ESTUPRO COLETIVO E O TEMOR DE DEUS
Escrito por secretaria   
Ter, 21 de Junho de 2016 12:17
O recente e lamentável caso de estupro coletivo (há controvérsias quanto às versões apresentadas pela vítima e por seus agressores) ocorrido no Rio de Janeiro chama a atenção não só pela natureza do fato, mas, também, pelas circunstâncias em que se deu tal absurdo. E mais: tudo isso nos leva a considerar a natureza pecaminosa do homem, desde a Queda. Alguns chegam a dizer que hoje as coisas são piores... Nada disso! Basta lermos as Escrituras Sagradas e encontraremos registros alarmantes das atitudes humanas, como por exemplo o caso de Lameque, registrado em Gênesis 4.23: “E disse Lameque às suas esposas: Ada e Zilá, ouvi-me; vós, mulheres de Lameque, escutai o que passo a dizer-vos: Matei um homem porque ele me feriu; e um rapaz porque me pisou”. Quanta violência!
Voltemos ao caso do estupro. A Bíblia registra dois fatos semelhantes a esse ocorrido no Rio de Janeiro: um em Gênesis 19, quando Ló recebe em sua casa dois anjos e outro em Juízes 19, no caso de um levita e sua concubina, quando foram acolhidos por um morador de Gibeá.
Em ambos os casos, homens maus, pervertidos, decidiram cometer abominação contra o Senhor. Sim, porque na Lei, o ato sexual envolvido naqueles episódios, é descrito como “abominação”, pois, seria praticado por homens com homens.
No caso de Ló, o estupro de suas filhas não ocorreu, por providência de Deus, ainda que Ló estivesse disposto a entregá-las àqueles homens, em lugar de seus hóspedes. Contudo, no caso de Juízes 19 ocorreu algo trágico: ao final de uma negociação com os “filhos de Belial”, “vadios da cidade” (Jz 19.22), quando a princípio o homem velho, hospedeiro, estava disposto a entregar-lhes sua filha e a concubina de seu hóspede, esta última sofreu um estupro coletivo, pois aqueles homens “a forçaram e abusaram dela toda a noite até pela manhã...” (Jz 19.25).
As consequências de tal ato não foram menos trágicas: o levita chegando à sua casa, tendo sua concubina morta, “tomou de um cutelo e, pegando a concubina, a despedaçou por seus ossos em doze partes; e as enviou por todos os limites de Israel” (Jz 19.29). A reação de todos que a isso presenciavam foi a seguinte: “Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os filhos de Israel subiram da terra do Egito até ao dia de hoje; ponderai nisso, considerai e falai” (Jz 19.30).
O que tudo isso nos ensina hoje? Quando não há o temor de Deus, o povo se corrompe. Seja onde for: em Sodoma e Gomorra, nos dias de Ló ou em Gibeá, nos dias dos juízes, ou, ainda, no Rio de Janeiro ou qualquer outro lugar do mundo.
O homem é o mesmo. O pecado é o mesmo. E o remédio para o pecado e a cura do homem também é o mesmo: nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não serão medidas sociais, jurídicas ou políticas que erradicarão o pecado da vida do homem, das comunidades humanas.
Diz a Escritura: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).
Ponderai nisso. Considerai e falai!
Com carinho pastoral,
Rev. Claudio Aragão da Guia
 
O ESTUPRO COLETIVO E O TEMOR DE DEUS
Escrito por secretaria   
Ter, 21 de Junho de 2016 12:17
O recente e lamentável caso de estupro coletivo (há controvérsias quanto às versões apresentadas pela vítima e por seus agressores) ocorrido no Rio de Janeiro chama a atenção não só pela natureza do fato, mas, também, pelas circunstâncias em que se deu tal absurdo. E mais: tudo isso nos leva a considerar a natureza pecaminosa do homem, desde a Queda. Alguns chegam a dizer que hoje as coisas são piores... Nada disso! Basta lermos as Escrituras Sagradas e encontraremos registros alarmantes das atitudes humanas, como por exemplo o caso de Lameque, registrado em Gênesis 4.23: “E disse Lameque às suas esposas: Ada e Zilá, ouvi-me; vós, mulheres de Lameque, escutai o que passo a dizer-vos: Matei um homem porque ele me feriu; e um rapaz porque me pisou”. Quanta violência!
Voltemos ao caso do estupro. A Bíblia registra dois fatos semelhantes a esse ocorrido no Rio de Janeiro: um em Gênesis 19, quando Ló recebe em sua casa dois anjos e outro em Juízes 19, no caso de um levita e sua concubina, quando foram acolhidos por um morador de Gibeá.
Em ambos os casos, homens maus, pervertidos, decidiram cometer abominação contra o Senhor. Sim, porque na Lei, o ato sexual envolvido naqueles episódios, é descrito como “abominação”, pois, seria praticado por homens com homens.
No caso de Ló, o estupro de suas filhas não ocorreu, por providência de Deus, ainda que Ló estivesse disposto a entregá-las àqueles homens, em lugar de seus hóspedes. Contudo, no caso de Juízes 19 ocorreu algo trágico: ao final de uma negociação com os “filhos de Belial”, “vadios da cidade” (Jz 19.22), quando a princípio o homem velho, hospedeiro, estava disposto a entregar-lhes sua filha e a concubina de seu hóspede, esta última sofreu um estupro coletivo, pois aqueles homens “a forçaram e abusaram dela toda a noite até pela manhã...” (Jz 19.25).
As consequências de tal ato não foram menos trágicas: o levita chegando à sua casa, tendo sua concubina morta, “tomou de um cutelo e, pegando a concubina, a despedaçou por seus ossos em doze partes; e as enviou por todos os limites de Israel” (Jz 19.29). A reação de todos que a isso presenciavam foi a seguinte: “Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os filhos de Israel subiram da terra do Egito até ao dia de hoje; ponderai nisso, considerai e falai” (Jz 19.30).
O que tudo isso nos ensina hoje? Quando não há o temor de Deus, o povo se corrompe. Seja onde for: em Sodoma e Gomorra, nos dias de Ló ou em Gibeá, nos dias dos juízes, ou, ainda, no Rio de Janeiro ou qualquer outro lugar do mundo.
O homem é o mesmo. O pecado é o mesmo. E o remédio para o pecado e a cura do homem também é o mesmo: nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não serão medidas sociais, jurídicas ou políticas que erradicarão o pecado da vida do homem, das comunidades humanas.
Diz a Escritura: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).
Ponderai nisso. Considerai e falai!
Com carinho pastoral,
Rev. Claudio Aragão da Guia
 
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